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Parceiros de composição desde 2009, esse casal coleciona 18 premiações com suas músicas pelo país.  Já circularam mais de 80 cidades brasileiras, em uma tour terrestre com o quarteto Babi Jaques e Os Sicilianos, passando por todas as regiões do Brasil, além do Uruguai e Argentina. Já em formato de duo, estiveram na França, Itália e Suíça. Com trabalhos além da música, Babi Jaques e Lasserre são também artistas da imagem. São videomakers, fotógrafos e iluminadores. Naturalmente, seu trabalho musical converge música com cinema, fotografia e outras linguagens.

Esse é segundo álbum autoral desses artistas, e trás uma sonoridade bastante diferente do primeiro registro “Babi Jaques e Os Sicilianos - Coisa Nostra (2012)” Anos depois, buscando suas raízes e pesquisando novas possibilidades sonoras, aparecem como dupla, em um mergulho dentro de si e do outro. Batizaram essa obra de “Sóis”, pensando no indivíduo como um ponto de concentração de luz e que todas as coisas estão interligadas e em sincronia. Coincidentemente a sinistraria do casal (estudo de mapas juntos) é um mapa astral de Leão com ascendente em Leão, sendo esse o signo do sol.

#luz

Lasserre controla a iluminação pelo seu instrumento musical. Utiliza tecnologia de automação para criar as cenas e pinturas do palco, dando mais ritmo as luzes, programando de acordo com seus beats. Viajam com leds, laser e máquina de fumaça, para garantir as texturas e visuais do espetáculo. 

#lançamentos

As músicas serão lançadas em singles. Você já pode ouvir "Seguir a vida". O próximo lançamento será em maio com a música "Cão guia", que tem a participação da cantora Sofia Freire.

O duo também está na coletânea de Tributo a Accioly Neto ao lado de artistas como Zeca Baleiro, Chico César, Zélia Duncan, Mariana Aydar, Fagner e outros.

Lasserre.

Há 18 anos Lasserre iniciou o processo de vivência artística como capoeirista e percussionista, se apresentando com artistas da música e teatro. Autodidata, também se tornou violonista, contrabaixista e músico de outros instrumentos de corda. Na universidade, estudou Matemática e História e desenvolveu pesquisa sobre a manifestação cultural pernambucana “Cavalo Marinho”. Também fez cursos de áudio, harmonia e criação e perfomance musical. Nesse último, conheceu Babi Jaques e fundou a banda “Babi Jaques & Os Sicilianos”, que posteriormente derivou no grupo mambembe de artes integradas “Coisa Nostra”, abrindo portas para explorar seu ofício como ator, iluminador, empreendedor, cineasta e produtor cultural. Para aprofundar o conhecimento no audiovisual, cursou “Direção cinematográfica” e em 2014 fundou com Babi Jaques a produtora “Quânticos Atos Criativos”, que trabalha com áudio, vídeo, iluminação e produção cultural, assinando produções de discos, dvd’s e espetáculos. Nesse mesmo período se dedicou a estudos na área de arte digital, se aprofundando em animação, modelagem, video-mapping, iluminação interativa e programação gráfica. 

Foto - Babi Jaques e Lasserre .png
carrocirco de Babi Jaques e Lasserre
Deixa fluir....jpg
carrocirco1.jpg

 

O conceito da obra atual do duo é a sincronicidade, a relação entre som e luz, a busca pelo autoconhecimento e resiliência. No repertório, uma sequência de 12 músicas inéditas influenciadas pelas casas astrais e seus elementos (fogo, água, terra e ar). Sonoramente convergem o eletrônico e o orgânico, numa mistura de controladores, sintetizadores, violões, ukulele e percussões. Sob influência do tropicalismo e nomes como Doces Bárbaros, Céu, Baiana System, Bjork, Aurora, Kalya, Scintilla, Alceu Valença, Ednardo, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Massive Attack, Portishead, Xênia França, e Ibeyi, a estética explorada pelo duo remete a um imaginário de hippies-ciganos futuristas.

Esse é segundo álbum autoral desses artistas, e trás uma sonoridade bastante diferente do primeiro registro “Babi Jaques e Os Sicilianos - Coisa Nostra (2012)” Anos depois, buscando suas raízes e pesquisando novas possibilidades sonoras, aparecem como dupla, em um mergulho dentro de si e do outro. 

 

#carrocirco

Além de se apresentar em formatos tradicionais de palcos e festivais, Babi Jaques e Lasserre criaram uma carretinha que se transforma em um mini palco. Um veículo desses que parece um food truck e viaja acoplado a uma van-casa, carrega os equipamentos de som e luz e vira um palco batizado de Carrocirco, com direito a cochia e uma mini cozinha. Clique aqui para saber mais.

Babi Jaques.

Descendente de uma família de mulheres musicistas e atrizes, Babi Jaques iniciou a carreira artística aos 10 anos no Pará em festivais do norte do Brasil, que lhe renderam premiações como cantora e compositora. Participou de bandas de rock, blues e bossa nova, também como cantora e musicista (guitarra, violão e contrabaixo). Com sua carreira solo, se apresentou em cidades no Pará, Pernambuco e Tocantins. Trabalhou desde adolescente como produtora cultural, organizando eventos e festivais e também foi radialista. Também se dedicou a cursos de  Narrativas audiovisuais, fotografia, atuação audiovisual, captação de áudio para vídeo e Elaboração de Projetos Culturais. Na universidade, em Pernambuco, se formou em Comunicação Social, onde também cursou Criação e Perfomance Musical e conheceu Lasserre. Fundaram a banda “Babi Jaques & Os Sicilianos”, que posteriormente derivou no grupo mambembe de artes integradas “Coisa Nostra”, onde Babi atua como cantora, compositora, atriz, cineasta, fotógrafa, agenciadora e produtora cultural. Desde 2012, vem se dedicando ao cinema e fotografia e já exibiu trabalhos em festivais em Pernambuco e Minas Gerais. Em 2014, fundou também com Lasserre a produtora “Quânticos Atos Criativos”, assinando filmes, videoclipes e fotografias, além de trabalhos de edição e colorização.

Abro o peito pra canção... #babijaquesel
Dançando um fractal_Vida em expansão.jpg
BABI JAQUES  E LASSERRE - PROJETO PATROC